Grupo de estudo · Língua Portuguesa · IFP

Morfologia e formação de palavras

qui 05/11 às 18:23 · 11 exercício(s)

Texto de apoio · IFP 2021

Texto: O prazer do dinheiro

É comum ouvirmos dizer que o dinheiro não dá felicidade e acharmos que há uma dose de razão nesse dito popular. Pensemos juntos no seguinte: de que nos serve muito dinheiro se sofremos de uma doença incurável? Ou se nos acontece uma tragédia como a morte de um filho querido. Ou mesmo se a grande paixão da nossa vida resolve nos abandonar. Ter dinheiro, muito dinheiro, não compra tudo e, sobretudo, não garante a felicidade.

Contudo, analisemos: a falta dele levado ao extremo conduz-nos à pobreza extrema, por vezes à miséria e à fome. Não ter dinheiro para viver com disponibilidade é incompatível com qualquer forma de felicidade. Ver os filhos a viver em situação degradante, sem ter comida para lhes dar, com frio e com doenças, é a pior provação que um pai de família pode passar. Percebemos assim que o dinheiro não traz garantia, mas a falta dele, seguramente, também não.

Por dinheiro há quem faça tudo, pois ser rico é só por si garantia de promoção social, mas a ostentação dessa riqueza é por vezes chocante e provocatória, como por exemplo, exibir riqueza em jóias e vestidos, passear em carros de luxo, morar em palácios, fazer viagens caríssimas para sítios paradisíacos, frequentar restaurantes de luxo… em resumo, exibir um estatuto de ter muito dinheiro ou de uma vida de sucesso.

Entretanto, o que é verdadeiro é que para gozar alguns desses maiores prazeres da vida é preciso ter algum dinheiro. Começa por ser muito bom não ter de se preocupar com o fim do mês. Depois também é importante viver confortavelmente. É importante também ter uma casa confortável e, se possível, ter uma segunda casa para descansar nos fins-de-semana. E já agora, poder viajar de vez em quando, conhecer a Europa e o mundo. Comer bem, beber moderadamente bons vinhos, são também exemplos de pequenos prazeres da vida que custam um bom dinheiro.

Entre a ostentação do novo-rico e o ter dinheiro para levar uma vida normal há uma diferença abismal. Numa sociedade justa e equilibrada, todo o trabalhador devia ter dinheiro para viver com disponibilidade. Ter dinheiro para poder mostrar é um vício do novo-rico dos nossos tempos. Ter dinheiro para viver com disponibilidade e conforto, sem angústias materiais, é a essência do verdadeiro prazer do dinheiro.

Portanto, concordamos que o dinheiro por si só não traz felicidade. Mas, que diabo, ajuda um pouco.

(adaptado)

Exercício 1 Língua Portuguesa · IFP
«Depois também é importante viver confortavelmente.» Como classifica morfologicamente a palavra sublinhada na frase?
  • AAdvérbio de lugar
  • BAdvérbio de modo
  • CPronome pessoal
  • DPronome possessivo

Exame de 2021 · pergunta 6

Frase: "Depois também é importante viver confortavelmente."
1. Observa a forma da palavra: termina em -mente.
2. Palavras em -mente resultam de derivação a partir de um adjectivo: confortável → confortavelmente.
3. Essas palavras são advérbios formados por sufixação (-mente).
4. Para classificar o advérbio, pergunta: que informação dá ao verbo? Advérbios de modo respondem a "como?".
5. Pergunta-se: como se vive? → viver confortavelmente. Responde ao modo.
Logo, confortavelmente é um advérbio de modo.
Resposta: B) Advérbio de modo.

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Exercício 2 Língua Portuguesa · IFP
Todas as palavras pertencem à mesma classe gramatical, EXCEPTO:
  • Aentretanto.
  • Bcontudo.
  • Cpara.
  • Dporém.

Exame de 2021 · pergunta 15

Passo 1: Identifica a classe de cada palavra.
Passo 2: Lembra-te da função das classes.
- Conjunções ligam orações ou termos; as adversativas indicam oposição.
- Entretanto, contudo e porém exprimem oposição; são conjunções adversativas.
- Para liga um nome a outro ou introduz complemento (finalidade, destino); é preposição.
Conclusão: três são conjunções e uma é preposição. Resposta certa: C) para.

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Exercício 3 Língua Portuguesa · IFP
Adjectivos são palavras…
  • Ainvariáveis que se referem a um advérbio indicando-lhe um atributo.
  • Binvariáveis que se referem a um substantivo indicando-lhe um atributo.
  • Cvariáveis que se referem a um substantivo indicando-lhe um atributo.
  • Dvariáveis que se referem a um pronome indicando-lhe um atributo.

Exame de 2021 · pergunta 22

Passo 1: Define o termo. Um adjectivo é uma palavra que atribui uma qualidade a um substantivo.
Passo 2: Observa a concordância. Os adjectivos mudam em género e número para concordar com o substantivo a que se referem.
Exemplos no texto: «uma casa confortável» (fem. sing.), «dias confortáveis» (masc. pl.). Estas formas mostram variação segundo o substantivo.
Passo 3: Conclusão. Como os adjectivos são variáveis e referem-se a um substantivo indicando-lhe um atributo, a alternativa correcta é a C.

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Texto de apoio · IFP 2024

Texto: Planeta sustentável

Certamente já ouviu estas palavras diversas vezes. Mas sabe o que elas realmente significam? Sustentabilidade é um conceito que vem tomando força nos últimos anos. O ser humano vem explorando o mundo em que vive e extraindo dele tudo o que precisa para sobreviver. Mas nos últimos séculos, tem tirado muito mais do que realmente precisaria e, o pior, tem lançado no planeta os mais diversos tipos de veneno e de resíduos perigosos, fruto de suas actividades económicas.

É mais ou menos como se deitasse veneno na comida que tem em casa ou na água que bebe. Mesmo que fosse um pouquinho de cada vez, mais tarde ou mais cedo acabaria por morrer. E é exactamente isso que o ser humano, estranhamente, tem vindo a fazer ao planeta em que vive e do qual depende inteiramente. Algo que, se analisarmos muito bem, veremos que é um comportamento totalmente louco e suicida. Para termos um planeta sustentável é necessária uma mudança de postura.

Mesmo que as pessoas desejem consumir cada vez mais e mais, o planeta começou a dar recados cada vez mais óbvios de que não suporta esse ritmo de consumo e de degradação dos recursos naturais. Cataclismos de toda a ordem começaram a acontecer um pouco por todo o mundo e sinais evidentes de desgaste e de alterações climáticas perigosas.

Por sua vez, esses cientistas começaram a falar e a mostrar que, se a humanidade continuasse com a sua loucura consumista, o nosso planeta não duraria por muito mais tempo ou acabaria por expulsar a nossa forma de vida como se fosse uma doença. (…) Com isso, a ideia de que deveríamos cuidar melhor da dádiva que recebemos, ou seja, ter um planeta sustentável, é a constatação óbvia de que temos apenas um planeta e que devemos poupar os nossos recursos naturais, usando-os com mais racionalidade, tomou forma.

Nascia assim o conceito de Planeta sustentável. Um conjunto de práticas, procedimentos e forma de agir que permitem que os recursos naturais se renovem ou que durem por muitas e muitas gerações. (…)

Assim, planeta sustentável é muito mais do que um simples conceito bonito ou voltado para intelectuais ou para activistas do meio ambiente. É pura questão de sobrevivência. Para garantir que um planeta mais sustentável seja uma realidade, pessoas, governos e empresas devem unir esforços para aprender e aplicar essas técnicas e procedimentos desenvolvidos, ao longo dessa aprendizagem, para garantir a continuidade da vida na nossa maravilhosa bola azul.

E garantir o uso racional dos recursos naturais de nosso planeta para que seja um planeta sustentável não é nada complexo nem precisa de recursos pesados. Basta usar as fontes de energia de forma mais racional e económica; usar e reutilizar a água da chuva; tratar os nossos resíduos e esgotos de forma adequada e promover uma convivência mais harmoniosa entre os diversos grupos humanos que partilham o nosso mundo.

In http://www.ecologiaubana.com.br/responsabilidade-socioambiental-planeta-sustentavel (Adaptado)

Exercício 4 Língua Portuguesa · IFP
Tendo em conta as classes de palavras, retire a que é estranha ao grupo.
  • AApós
  • BPerante
  • CPorque
  • DSem

Exame de 2024 · pergunta 18

Para identificar a palavra estranha, verifica a classe gramatical de cada uma.

1) "Após" — é preposição. Ex.: "Após o almoço, saímos." Liga um nome (período) ao resto da oração.
2) "Perante" — é preposição. Ex.: "Perante a situação, reagiu com calma." Liga termos na frase.
3) "Sem" — é preposição. Ex.: "Saiu sem guarda-chuva." Indica ausência.
4) "Porque" — é conjunção (causal). Ex.: "Não fui porque estava doente." Liga orações e exprime causa.

Conclusão: "Após", "perante" e "sem" são preposições. "Porque" é conjunção causal. A palavra estranha ao grupo é porque.

Resposta certa: C

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Exercício 5 Língua Portuguesa · IFP
As palavras «muito» e «planeta» presentes no texto são, respectivamente…
  • Aadjectivo e nome.
  • Badvérbio de quantidade e nome.
  • Cnome e forma verbal.
  • Dpronome e adjectivo.

Exame de 2024 · pergunta 21

Passo 1: Identifica o papel de muito no contexto. Em "tem tirado muito mais do que realmente precisaria", muito intensifica a ideia de quantidade (reforça o advérbio mais). Logo, muito funciona como advérbio de quantidade (não concorda em género/número como adjectivo).

Passo 2: Identifica planeta no texto. Em expressões como "Planeta sustentável" ou "o nosso planeta", a palavra refere-se a um ser/coisa; aceita artigos e pode formar plural (planetas). Portanto é um substantivo (nome).

Conclusão: muito = advérbio de quantidade; planeta = substantivo (nome). Resposta certa: B

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Texto de apoio · IFP 2025

Texto: Falar em Público

Seduzir uma plateia, prender a atenção dos ouvintes, fazer um discurso assertivo, encontrar as palavras certas, ter a noção do tempo e atender à qualidade dos interlocutores, para não falar nem acima nem abaixo das suas expectativas, é uma arte.

Num país tomado pelas conferências, debates, encontros, seminários e colóquios mais ou menos substantivos, é arrepiante assistir a certas prelecções de certos oradores.

Alongam-se sempre mais do que devem, perdem-se no raciocínio, usam palavras caras, abusam de uma suposta erudição própria, intelectualizam o discurso e conseguem enfadar todos os presentes. Muitas vezes o investimento que este tipo de oradores faz na preparação da sua intervenção revela-se completamente desproporcionado e desajustado.

Escrupulosos, dão-se ao trabalho de organizar o discurso, de o escrever, de juntar acetatos, vídeos e outro material de apoio, numa tentativa genuína de fazer passar a mensagem e serem eficazes. Na teoria está tudo certo, mas a prática nem sempre confere com aquilo que pretendem.

Um discurso lido perante uma plateia torna-se facilmente maçador; uma intervenção feita com base em acetatos onde está escrito exactamente aquilo que o orador vai dizendo é impossível de acompanhar, pois a atenção divide-se entre o que é dito e aquilo que é mostrado; uma elaboração demasiado conceptualizada e centrada na ciência do próprio orador pode revelar-se perversa, na medida em que soa a presunção de superioridade, e uma teoria apresentada com excessivo pormenor é ineficaz porque os ouvintes não têm capacidade para reter tanta informação.

Assim sendo, por mais eloquente que seja o conteúdo ou a forma das intervenções públicas, elas só serão efectivas se forem «traduzidas» e simplificadas em função das características da plateia. Com simplificação não quero dizer banalização ou superficialidade, muito pelo contrário, trata-se de centrar o discurso no essencial, poupar os ouvintes a longos e fastidiosos monólogos e tentar perceber quando o orador passa a ser ouvinte de si próprio e se deixa encantar com aquilo que vai dizendo.

Tenho participado e assistido a muitas palestras e conferências nos últimos dez anos e verifico que os verdadeiros conferencistas são aqueles que conseguem ser simples e articulados, que mantêm um discurso claro e uma pose atenta a quem ouve. (…)

Língua Portuguesa - 12.ª classe, páginas 22-23 (Adaptado)

Vocabulário: Prelecção - conferência, discurso didáctico; Fastidioso - enfadonho, cansativo.

Exercício 6 Língua Portuguesa · IFP
A que classe de palavras pertence o vocábulo «conferência», presente no texto?
  • AAdvérbio
  • BAdjectivo
  • CNome
  • DPreposição

Exame de 2025 · pergunta 22

Passo 1 — Localiza a palavra no texto (ex.: "Num país tomado pelas conferências...").
Passo 2 — Observa a função sintáctica: a palavra designa um acontecimento/evento, isto é, dá nome a algo.
Passo 3 — Palavras que dão nome a pessoas, coisas, lugares, ideias ou acontecimentos são substantivos (ou nomes).
Conclusão — conferência é um substantivo que nomeia um evento. Resposta certa: C) Nome.

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Exercício 7 Língua Portuguesa · IFP
Os vocábulos quilo, embarque, salvar e credelec obedeceram, respectivamente, aos seguintes processos de formação de palavras:
  • Aamálgama, extensão semântica, truncação e derivação regressiva.
  • Bderivação regressiva, amálgama, truncação e truncação.
  • Ctruncação, derivação regressiva, extensão semântica e amálgama.
  • Dtruncação, derivação regressiva, acrónimo e amálgama.

Exame de 2021 · pergunta 13

Passo a passo:

Quilo é o corte de quilograma. Ou seja, suprimimos a parte final da palavra original. Processo: truncação.

Embarque resulta do verbo embarcar por perda da terminação verbal. É um substantivo formado por derivação regressiva.

Salvar recebeu o sentido de ‘‘gravar um ficheiro’’ por influência do inglês save. É mudança de sentido do verbo já existente: extensão semântica.

Credelec junta as partes de crédito + eléctrico/eléctrica, formando uma palavra nova. Processo: amálgama.

Portanto, a ordem correcta é: truncação; derivação regressiva; extensão semântica; amálgama. Resposta certa: C.

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Exercício 8 Língua Portuguesa · IFP
Nesta série de palavras todas são siglas, EXCEPTO…
  • AFMI.
  • BFAO.
  • CHIV.
  • DOMS.

Exame de 2021 · pergunta 14

Passo 1: Lembra a definição. Sigla é um tipo de palavra formada por iniciais que se lêem letra a letra (por exemplo: F-M-I). Acrónimo é formado por iniciais mas lê‑se como uma palavra (por exemplo: ‘fáo’).
Passo 2: Analisa cada termo: FMI pronuncia‑se F‑M‑I → sigla. HIV pronuncia‑se H‑I‑V → sigla. OMS pronuncia‑se O‑M‑S → sigla.
Passo 3: FAO pronuncia‑se como palavra «fáo», não letra a letra → é um acrónimo.
Conclusão: a excepção (a que não é sigla) é FAO.
Resposta certa: B

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Exercício 9 Língua Portuguesa · IFP
Do ponto de vista do processo de formação, a palavra «disponibilidade» presente na frase em 17 é derivada por…
  • Ainfixação.
  • Bprefixação.
  • Cparassíntese.
  • Dsufixação.

Exame de 2021 · pergunta 18

1) Identifica a palavra base: disponibilidade. 2) Procura o radical ou palavra de que ela deriva: disponível (adjectivo). 3) Observa o elemento acrescentado a esse adjectivo: o segmento -idade. 4) O acréscimo de -idade transforma o adjectivo em substantivo abstrato. Esse processo chama-se sufixação. Portanto, a palavra forma-se por sufixação. Resposta certa: D.

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Texto de apoio · IFP 2023

Texto: Cinema e a sala de aula

Um dos desafios dos professores é utilizar o cinema como um meio de construção de conhecimento, sentidos e significados, instrumentalizando os alunos para se tornarem espectadores de cinema e não meros consumidores de filmes.

O aluno compreenderá melhor um filme se entender como é feito. Para isso, o professor deve transformar os filmes em objectos de pesquisa na sala de aula, superando a imagem de ilustração do conteúdo ou simplesmente uma distracção para dias de chuva, incentivando assim «o aluno a tornar-se num espectador mais exigente e crítico, propondo relações de conteúdo e linguagem do filme com o conteúdo escolar».

Para Thiel e Thiel, há um espectador «normal» e outro «analista». O normal percebe, vê e ouve o filme sem desígnio particular. Está submetido ao filme, deixa-se guiar por ele. Para ele, o filme pertence ao universo de lazer. O analista, conscientemente activo, de maneira racional e estruturada, olha, observa, examina tecnicamente o filme, espreita, procura indícios. Submete o filme a seus instrumentos de análise, a suas hipóteses. Para ele, o filme pertence ao campo da reflexão, da produção intelectual.

O conhecimento não pode ser transmitido ao aluno como se fosse uma caixa, onde o saber é depositado pelo professor, mas construído a partir de situações vividas pelo sujeito. O saber não é hereditário e nem resultado do meio físico ou social, mas de «uma interacção radical entre o mundo do sujeito e o mundo do objecto, interacção activada pela acção do sujeito» (BECKER).

A aprendizagem ocorre a partir da acção dos sujeitos sobre os objectos, onde o sujeito é aquele que está em busca do conhecimento, e o objecto, aquilo que se quer conhecer, e a acção exercida pelo sujeito sobre o objecto é sempre uma interacção. A função do professor é proporcionar momentos de ensino-aprendizagem, mediando o contacto deles com o conhecimento, mas permitindo que descubram as coisas por si. O mais importante é o processo de construção do conhecimento, em que o conteúdo deve ser visto como um meio e não como o objectivo para que o aluno se desenvolva.

A aprendizagem ocorre no âmbito do contexto social em que o aluno está inserido. Para BECKER, aprende-se porque se age e não porque se ensina. O ensino não pode mais ser visto como transmissão de conhecimento. A fonte da aprendizagem é a acção do sujeito, ou seja, o indivíduo aprende por força das acções que ele mesmo pratica, aprender a aprender.

Adaptado de: Mídias na Educação: A Pedagogia e a Tecnologia subjacentes (2017)

Exercício 10 Língua Portuguesa · IFP
Qual é o processo de derivação irregular associado à palavra «PRM»?
  • AAcrónimo
  • BAmálgama
  • CSigla
  • DTruncação

Exame de 2023 · pergunta 20

Passo 1: Observa como se lê a sequência 'PRM'.
Passo 2: Se as letras são lidas uma a uma (P-R-M), então essa formação é classificada como sigla.
Passo 3: A resolução publicada diz exactamente isso: 'PRM' lê-se letra a letra, o que a classifica como sigla, um processo de formação de palavras considerado irregular.
Conclusão: a alternativa correcta é C) Sigla. ✅

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Exercício 11 Língua Portuguesa · IFP
Qual é o processo usado na formação da palavra «informática»?
  • AAmálgama
  • BComposta por aglutinação
  • CDerivada por sufixação
  • DParassíntese

Exame de 2024 · pergunta 30

Pessoal, bom trabalho. Uma correcção rápida sobre a pergunta 30.

Passo 1: Observa a explicação publicada: informática junta partes de informação e de automática.

Passo 2: Quando a palavra resulta da junção de partes de duas palavras, chama-se amálgama.

Conclusão: Resposta certa: A — Amálgama. ✅

Comentário sobre o erro mais comum: alguns confundiram com composta por aglutinação porque parece juntar elementos de duas palavras. A diferença é que na aglutinação juntam‑se formas inteiras ou radicais sem fusão das partes; aqui houve fusão de partes, logo é amálgama.

Bom raciocínio de quem trouxe a dúvida. Continua a perguntar quando houver incerteza. ✍️

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